2017-06-30

E em Portugal, a trama adensa-se...



Passados os 15 dias de "precaução" avisada, já os ratos se movem cada qual para o seu esconderijo, para o seu torreão, juntando tropas e cumplicidades de acordo com os interesses tribais por que sempre se guiaram, e iremos ver que, como de costume, a culpa morrerá solteira. Morreram 64 pessoas desta vez, muitas delas crianças, mas a isso nada se poderá acrescentar. Eles estão já mortos...
E dos vivos, que dizer? Da pronta atenção e socorro, do justo movimento material que o Estado fez para começar de imediato a providenciar casas, alimento e sossego para pessoas e animais afectados...que ainda não chegou!! O deleite mal disfarçado na tragédia pela direita revanchista, os silêncios perigosos da esquerda calculista, as cumplicidades carreiristas e de grupo --- demontração de que tudo depressa regressará ao mesmo, ao pântano que é, mais que um sintoma, uma doença portuguesa.

De propósito, veja-se a 1ª página do Jornal de Notícias de hoje:

e do DN, também de hoje:



Que dizer da parangona "...metade do país aceita corrupção autárquica..."? E, já agora, qual a percentagem do país que aceita a corrupção governamental? E a corrupção da Justiça? E a corrupção dos Juízes? E a corrupção das polícias? E a corrupção de deputados? E...

E a outra parangona, que nos remete para a ausência do Estado ATÉ PARA GUARDAR OS PAIÓIS NACIONAIS, sem vigilância electrónica ou torres COM vigias efectivos? Que pensará o País...disto?  
Pensará  o País, os portugueses, alguma coisa, de alguma coisa, verdadeiramente? Ou, simplesmente, deixam todos correr o marfim e acreditarão que a fátima resolverá? 
Em Pedrógão não houve fátima que valesse àquela gente...

E depois?

E depois??





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