2017-09-30

ESTE TIPO É UM FILHO-DA-PUTA !


Diz-nos a sabedoria que, se um tipo pensa como um filho-da-puta, mente como um filho-da-puta, age como um filho-da-puta, ganha a vida a defender e a fazer fretes aos maiores filhos da puta que o nosso tempo nos destinou, como quando defendia a todo o custo o José no aborto que se chama "alta autoridade para a comunicação social", goza com os concidadãos que é suposto defender enquanto ministro da defesa como um verdadeiro filho-da-puta para quem a vergonha não existe, não se demite nem é demitido após os continuados escarros que lança à verdade, à competência e à honestidade de processos que é exigível a um detentor de poder público, então é porque ESTE TIPO É UM FILHO-DA-PUTA !

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2017-09-11

Há-os para todos os gostos...e fins.


 11 de Setembro de 1973



 11 de Setembro de 2001



11 de Setembro de 2017

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2017-08-02

A "nossa" vergonha, que é o PCP e o chamado "CPPC"


Vem hoje, mais uma vez, o PCP fazer a indefensável defesa de um regime ilegítimo e bandido, tal como já o tinha feito em Julho numa manifestação de fiéis por si liderada e inspirada pela embaixada da Venezuela em Lisboa, ao arrepio das suas próprias palavras de "defesa do povo", "respeito pelo voto" e "ingerência nos assuntos internos do país"...

A triste figura protagonizada por João Oliveira (cada vez mais uma cara nova para velhas posições, estalinismo bafiento) não chegou, e vem agora exigir uma "atitude de respeito pela soberania do país" pelo governo...esquecendo, muito convenientemente, que o desrespeito inicial é o do próprio governo da Venezuela, e do seu lacaio PCP, pelos resultados eleitorais parlamentares últimos naquele país, que proporcionaram a maior derrota eleitoral aos apaniguados maduristas:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%B5es_parlamentares_na_Venezuela_em_2015

Já sabíamos que para o PCP a democracia é uma coisa bonita quando ele ou os seus amigos ganham, aliás, à semelhança de outras forças políticas de sinal contrário, fazendo com que o fascismo tenha hoje muitas cores, um arco-íris de oportunistas, mentirosos, assassinos e ladrões. 


Usar uma relíquia da guerra-fria como o famigerado Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) só vem assinalar ainda mais esta certeza, e acentuar a nossa vergonha, porque só nos faz perder ainda mais tempo na tarefa que é a de construir um país nosso sem amarras a um passado que temos que ultrapassar.
Este "CPPC" não o vimos incomodado com a invasão da Geórgia em 2008, com a invasão e anexação da Crimeia em 2014, ou a invasão da Chechénia em 1994 e em 1999 (para só falar dos mais gritantes após o fim da União Soviética), todas protagonizadas pela Rússia com Putin à cabeça... Pelos vistos para estes povos há destinos radiosos sob a pata russa, e o "CPPC" não se incomoda com isso. O PCP também não...

A mim, a nós todos que não temos senhores ou suseranos que nos apliquem a canga, sim, incomoda!

Prevejo dias difíceis para este governo que temos hoje: a economia não chegará para o salvar.

De maduro cai o fruto da árvore da democracia, a nossa e a dos outros.

É a política, estúpidos!!

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2017-07-31

A trama adensou-se...e aparecem clarificadas todas as diferenças. As feras já espreitam.

A trama adensou-se...e aparecem clarificadas todas as diferenças. 

Todas as diferenças entre os parceiros que justificaram a constituição de um governo que foi visto como quase "de salvação nacional" parecem, agora, ter-se afastado para dar lugar à defesa quase incondicional do mesmo por parte dos componentes, perante os novos problemas e questões, decorrentes não directamente das questões económico-financeiras, mas provavelmente dela resultantes por anos seguidos de cortes cegos por todos os lados na administração da Coisa Pública.
Não podem o Bloco de Esquerda e o PCP fazer de conta que...dizer umas coisas a propósito de...lamentar e criticar avulsamente, sem causa, dôr e castigo.

Não é admissível a fuga à verdade, nos fogos e no roubo de Tancos.

Não é admissível a fuga à responsabilização dos máximos responsáveis, particularmente o ministro da defesa Azeredo Lopes e a repugnante arrogância demonstrada logo nos primeiríssimos dias perante os factos, sacudindo a poeira da maneira que todos vimos.

Não é admissível a barragem de contra-informação, e não-informação, a que o governo e o resto se dedicaram, com o silêncio incómodo do PCP e do BE.

Não é admissível que ainda nada se saiba do paradeiro das armas, dos ladrões que efectuaram o golpe, de quem são os mandantes e os cúmplices, directos e indirectos.

Não é admissível que a reconstrução das casas ardidas ainda não tenha começado; que o dinheiro angariado para todas as vítimas esteja dispersado por variadas instituições que parecem não ter pressa em usá-las para os fins a que se destinam, que o governo não faça uso de todas as prerrogativas legais para liderar esta questão debaixo de um único organismo.

Não é admissível que um Estado que tanto tem feito para se intrometer nas vidas dos cidadãos, que consegue cruzar informação para cobrar devida e indevidamente dinheiro a todos os cidadãos que pode (justa e injustamente), não consiga vislumbrar nas pessoas tão avisadas e criativas do governo, nomeadamente António Costa, soluções rápidas, ágeis, eficientes, e por isso humanas, para a defesa das pessoas e da nação.

Verdade que este governo, e esta coligação parlamentar, têm desde a primeira hora como alvo principal o equilíbrio das contas públicas SEM o miséria total dos mais pobres. Mas governar é bem mais que isso, e é o que é EXIGÍVEL A QUALQUER GOVERNO digno desse nome.
A colagem parlamentar para que este projecto dure os 4 anos é compreensível. Incompreensível é calar a verdade, esconder os factos, continuar o império da não-responsabilização de responsáveis na crença que tal só fragilizaria o governo...
É o contrário! Não aprenderam nada? Continuem assim, e com mais uma crise, um acontecimento imprevisto, uma curva impensável na estrada, e os abutres voltarão: revigorados, justificados, para se vingarem com redobradas medidas. Haverá Povo para os travar, depois?

Ou comportar-se-ão como um peixe morto?


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2017-06-30

E em Portugal, a trama adensa-se...



Passados os 15 dias de "precaução" avisada, já os ratos se movem cada qual para o seu esconderijo, para o seu torreão, juntando tropas e cumplicidades de acordo com os interesses tribais por que sempre se guiaram, e iremos ver que, como de costume, a culpa morrerá solteira. Morreram 64 pessoas desta vez, muitas delas crianças, mas a isso nada se poderá acrescentar. Eles estão já mortos...
E dos vivos, que dizer? Da pronta atenção e socorro, do justo movimento material que o Estado fez para começar de imediato a providenciar casas, alimento e sossego para pessoas e animais afectados...que ainda não chegou!! O deleite mal disfarçado na tragédia pela direita revanchista, os silêncios perigosos da esquerda calculista, as cumplicidades carreiristas e de grupo --- demontração de que tudo depressa regressará ao mesmo, ao pântano que é, mais que um sintoma, uma doença portuguesa.

De propósito, veja-se a 1ª página do Jornal de Notícias de hoje:

e do DN, também de hoje:



Que dizer da parangona "...metade do país aceita corrupção autárquica..."? E, já agora, qual a percentagem do país que aceita a corrupção governamental? E a corrupção da Justiça? E a corrupção dos Juízes? E a corrupção das polícias? E a corrupção de deputados? E...

E a outra parangona, que nos remete para a ausência do Estado ATÉ PARA GUARDAR OS PAIÓIS NACIONAIS, sem vigilância electrónica ou torres COM vigias efectivos? Que pensará o País...disto?  
Pensará  o País, os portugueses, alguma coisa, de alguma coisa, verdadeiramente? Ou, simplesmente, deixam todos correr o marfim e acreditarão que a fátima resolverá? 
Em Pedrógão não houve fátima que valesse àquela gente...

E depois?

E depois??





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2017-05-14

O NOJO, uma vez mais e sempre...



Fui atacado pelo tal vírus da semana.
O mesmo transportou-me para as calendas do salazarismo fedorento que o 25 de Abril tinha, de algum modo, enterrado. Pelos vistos, não definitivamente.

O vírus impediu-me o acesso a NOTÍCIAS  e a programação normal durante mais de 48 horas nos canais de televisão generalista, nos canais ditos noticiosos e por cabo, mas isso transportou-me para paragens mais sadias do audiovisual, longe dos submissos salazarentos desta terra.
Quando julgava poder, finalmente, aceder a notícias em português nas televisões nacionais, eis que o bug intervém novamente e me bombardeia incansavelmente com os festejos da bola "encarnada" e, mais tarde na noite, o bug até providencia uma "vitória" inédita no festival da eurovisão com uma canção próxima do choradinho, tanto quanto o faduncho proporcionava aos pobres...

Passou a meia-noite e o bug desativou-se, embora deixando uns vapores que vão perdurar nos dias mais próximos certamente, pois que a merda perdura neste país. E julgo-me acordado.
De novo me engano...

Quem parece querer acordar é uma outra alma-mater dos portugueses, a trilogia dos 3 Fs: fátima, futebol e fado. E quem não for assim, não é bom chefe de família, não é?


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2017-04-02

The assassination of Ima Khalaf by the coward António Guterres...

NÃO SE PODE SER CATÓLICO E UMA PESSOA DE BEM, EM SIMULTÂNEO!

Guterres já o tinha demonstrado aquando da forma como se transformou numa enorme fraude e desilusão, após ter vestido a casaca da Esperança contra a quadrilha cavaquista; agora, fê-lo de novo, só que demorou menos tempo e, por isso, devemos agradecer-lhe.
Sem mais, e com a devida vénia ao jornalista Jorge Cadima:

«MAU COMEÇO

Por Jorge Cadima, jornalista

O mandato do Secretário Geral (SG) da ONU começou mal, no que respeita ao povo palestino, com a proibição dum relatório elaborado pela Comissão Económica e Social para a Ásia Ocidental (CESAO) que afirmava: «Israel construiu um regime de apartheid que institucionaliza de forma sistemática a opressão racial e a dominação do povo palestino». Rima Khalaf, sub-secretária-geral da ONU responsável pela CESAO, diz que Guterres lhe exigiu a retirada do relatório e que, perante a recusa de Guterres em reconsiderar, apresentou a demissão dos seus cargos na ONU. O relatório foi logo retirado da página da CESAO na Internet.
O relatório censurado é obra de dois juristas dos EUA. Um deles, R. Falk, foi em 2008 Relator Especial da ONU para os direitos humanos nos territórios palestinos ocupados. Embora Falk seja judeu, Israel «comparou o relatório ao jornal Der Stürmer, um órgão de propaganda nazi» (Le Monde, 17.3.17). Foi por pressão dos governos de Trump e Netanyahu (primeiro ministro de Israel) que Guterres mandou retirar o relatório. O embaixador de Israel na ONU saudou a decisão, nestes termos: «Os militantes anti-israelitas não têm lugar nas Nações Unidas. É tempo de pôr fim a estas práticas em que responsáveis da ONU utilizam os seus cargos para promover objectivos anti-israelitas» (Le Monde, 17.3.17).
Faz 70 anos que a ONU decidiu a partição da Palestina em dois estados, um «judaico» e outro «árabe». Da Resolução 181 resultou apenas a criação de Israel, fundado sobre a limpeza étnica da Palestina (o título dum livro do historiador israelita Ilan Pappe). Após 70 anos, os palestinos continuam à espera do seu Estado. Foram 70 anos de crimes de Israel: massacres, perseguições, ocupação, guerras. Crimes não apenas contra o povo palestino, mas contra outros povos da região, e a própria ONU a que Guterres preside. Israel, o maior violador de resoluções da ONU, é um permanente agente de guerra e violência. Ocupa há 50 anos parte do território sírio. Ocupou durante décadas parte do Egipto e do Líbano. No Líbano, foi responsável por hediondos massacres em campos de refugiados palestinos (Sabra e Chatila); bombardeou instalações da ONU em Qana que albergavam 800 civis libaneses, matando 106 pessoas, incluindo quatro soldados da ONU (1996); matou outros quatro soldados da ONU em 2006, no que o então SG Annan classificou de «alvejamento aparentemente propositado» (BBC, 26.7.06); e em 2015 foi a vez dum capacete azul espanhol (El País, 27.2.15). Em 2014 Israel bombardeou escolas da ONU em Gaza que acolhiam refugiados, matando numerosas pessoas (CBS, 24.7.14). São estas as práticas que «não têm lugar nas Nações Unidas». Não pode haver compadrio com os algozes, nem equidistância entre carrascos e vítimas.
A ONU tem obrigação de saldar a sua tremenda dívida histórica para com o povo palestino. Mas há razões para pessimismo. Após a eleição de Guterres, o jornal israelita Jerusalem Post (10.6.16) titulou: «Novo chefe da ONU é 'amigo de Israel'», e o ex-PM Ehud Barak disse que «Guterres ajudou Israel na UE e na Internacional Socialista». Agora, parece querer quebrar o isolamento a que os crimes de Israel justamente remeteram esse país. Mais uma machadada na ONU.»
Porque o que atrás foi escrito é do meu completo acordo não faço mais comentários.

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