2017-11-30

Novembro 2017

O estado do Mundo dos "comuns"
 
 


 
 
 
 

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2017-10-31

ELES SÃO TODOS IGUAIS


Após a reportagem da jornalista da TVI Ana Leal ontem, “O cartel do fogo”, do "achamento" das armas roubadas de Tancos, da ausência de descoberta pela PJ e pelo Ministério Público de conspirações para queimar o que se pode, alienar terras antes protegidas, de venda e aluguer de equipamentos ao Estado com contractos criminosos e de lesa-pátria, de absoluto silêncio sobre a substância das coisas que todos nós temos, ainda há quem se escandalize com a frase "...eles são todos iguais..."?

De facto, são incontáveis os casos em que os culpados, ou são apontados a dedo e à mão-cheia, conhecidos de toda a gente ou manobrando na sombra por interpostos governantes e/ou deputados, se mantém em liberdade, de bolsos cheios, inatacáveis, intocáveis, insubmissos às necessidades nacionais e, lamentavelmente, ainda vivos e em liberdade.



Compreende-se hoje, ainda mais hoje, porque é que a élite do país, TODA A ÉLITE DO PAÍS, hipocritamente se coloca ao lado da proibição de penas de prisão verdadeiramente justificáveis para actos que destroem as vidas de pessoas, as matam, e as levam ao suicídio em indizíveis números; que dizer, então, da indignação dessa mesma élite quando se fala em PENA DE MORTE!

Se é verdade para mim que o povo é fraco, muito fraco, quando se tenta reflectir, construir e agir no sentido de soluções que travem a voragem da destruição das terras e das almas, do presente e do futuro dos que estão e hão-de vir, maior verdade é esta: A NOSSA ELITE, PORQUE O É POR FORMAÇÃO E/OU POSSESSÃO É MISERÁVEL porque dentre ela não se eleva ninguém que rompa o sujo entendimento, o porco compromisso, o mafiosos desígnio das famílias e dos grupos que mandam.



Novamente; quando a tempestade chegar, e ela chegará, não pode haver misericórdia: quem tem contas a pagar tem que as pagar com sangue!



A Esquerda e a falsa esquerda não ficarão de fora: como em todas as verdadeiras revoluções, a Verdade virá ao de cima, bem como a merda que tudo infecta, e o lodo voltará ao seu lugar natural.

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2017-09-30

ESTE TIPO É UM FILHO-DA-PUTA !


Diz-nos a sabedoria que, se um tipo pensa como um filho-da-puta, mente como um filho-da-puta, age como um filho-da-puta, ganha a vida a defender e a fazer fretes aos maiores filhos da puta que o nosso tempo nos destinou, como quando defendia a todo o custo o José no aborto que se chama "alta autoridade para a comunicação social", goza com os concidadãos que é suposto defender enquanto ministro da defesa como um verdadeiro filho-da-puta para quem a vergonha não existe, não se demite nem é demitido após os continuados escarros que lança à verdade, à competência e à honestidade de processos que é exigível a um detentor de poder público, então é porque ESTE TIPO É UM FILHO-DA-PUTA !

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2017-09-11

Há-os para todos os gostos...e fins.


 11 de Setembro de 1973



 11 de Setembro de 2001



11 de Setembro de 2017

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2017-08-02

A "nossa" vergonha, que é o PCP e o chamado "CPPC"


Vem hoje, mais uma vez, o PCP fazer a indefensável defesa de um regime ilegítimo e bandido, tal como já o tinha feito em Julho numa manifestação de fiéis por si liderada e inspirada pela embaixada da Venezuela em Lisboa, ao arrepio das suas próprias palavras de "defesa do povo", "respeito pelo voto" e "ingerência nos assuntos internos do país"...

A triste figura protagonizada por João Oliveira (cada vez mais uma cara nova para velhas posições, estalinismo bafiento) não chegou, e vem agora exigir uma "atitude de respeito pela soberania do país" pelo governo...esquecendo, muito convenientemente, que o desrespeito inicial é o do próprio governo da Venezuela, e do seu lacaio PCP, pelos resultados eleitorais parlamentares últimos naquele país, que proporcionaram a maior derrota eleitoral aos apaniguados maduristas:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%B5es_parlamentares_na_Venezuela_em_2015

Já sabíamos que para o PCP a democracia é uma coisa bonita quando ele ou os seus amigos ganham, aliás, à semelhança de outras forças políticas de sinal contrário, fazendo com que o fascismo tenha hoje muitas cores, um arco-íris de oportunistas, mentirosos, assassinos e ladrões. 


Usar uma relíquia da guerra-fria como o famigerado Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) só vem assinalar ainda mais esta certeza, e acentuar a nossa vergonha, porque só nos faz perder ainda mais tempo na tarefa que é a de construir um país nosso sem amarras a um passado que temos que ultrapassar.
Este "CPPC" não o vimos incomodado com a invasão da Geórgia em 2008, com a invasão e anexação da Crimeia em 2014, ou a invasão da Chechénia em 1994 e em 1999 (para só falar dos mais gritantes após o fim da União Soviética), todas protagonizadas pela Rússia com Putin à cabeça... Pelos vistos para estes povos há destinos radiosos sob a pata russa, e o "CPPC" não se incomoda com isso. O PCP também não...

A mim, a nós todos que não temos senhores ou suseranos que nos apliquem a canga, sim, incomoda!

Prevejo dias difíceis para este governo que temos hoje: a economia não chegará para o salvar.

De maduro cai o fruto da árvore da democracia, a nossa e a dos outros.

É a política, estúpidos!!

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2017-07-31

A trama adensou-se...e aparecem clarificadas todas as diferenças. As feras já espreitam.

A trama adensou-se...e aparecem clarificadas todas as diferenças. 

Todas as diferenças entre os parceiros que justificaram a constituição de um governo que foi visto como quase "de salvação nacional" parecem, agora, ter-se afastado para dar lugar à defesa quase incondicional do mesmo por parte dos componentes, perante os novos problemas e questões, decorrentes não directamente das questões económico-financeiras, mas provavelmente dela resultantes por anos seguidos de cortes cegos por todos os lados na administração da Coisa Pública.
Não podem o Bloco de Esquerda e o PCP fazer de conta que...dizer umas coisas a propósito de...lamentar e criticar avulsamente, sem causa, dôr e castigo.

Não é admissível a fuga à verdade, nos fogos e no roubo de Tancos.

Não é admissível a fuga à responsabilização dos máximos responsáveis, particularmente o ministro da defesa Azeredo Lopes e a repugnante arrogância demonstrada logo nos primeiríssimos dias perante os factos, sacudindo a poeira da maneira que todos vimos.

Não é admissível a barragem de contra-informação, e não-informação, a que o governo e o resto se dedicaram, com o silêncio incómodo do PCP e do BE.

Não é admissível que ainda nada se saiba do paradeiro das armas, dos ladrões que efectuaram o golpe, de quem são os mandantes e os cúmplices, directos e indirectos.

Não é admissível que a reconstrução das casas ardidas ainda não tenha começado; que o dinheiro angariado para todas as vítimas esteja dispersado por variadas instituições que parecem não ter pressa em usá-las para os fins a que se destinam, que o governo não faça uso de todas as prerrogativas legais para liderar esta questão debaixo de um único organismo.

Não é admissível que um Estado que tanto tem feito para se intrometer nas vidas dos cidadãos, que consegue cruzar informação para cobrar devida e indevidamente dinheiro a todos os cidadãos que pode (justa e injustamente), não consiga vislumbrar nas pessoas tão avisadas e criativas do governo, nomeadamente António Costa, soluções rápidas, ágeis, eficientes, e por isso humanas, para a defesa das pessoas e da nação.

Verdade que este governo, e esta coligação parlamentar, têm desde a primeira hora como alvo principal o equilíbrio das contas públicas SEM o miséria total dos mais pobres. Mas governar é bem mais que isso, e é o que é EXIGÍVEL A QUALQUER GOVERNO digno desse nome.
A colagem parlamentar para que este projecto dure os 4 anos é compreensível. Incompreensível é calar a verdade, esconder os factos, continuar o império da não-responsabilização de responsáveis na crença que tal só fragilizaria o governo...
É o contrário! Não aprenderam nada? Continuem assim, e com mais uma crise, um acontecimento imprevisto, uma curva impensável na estrada, e os abutres voltarão: revigorados, justificados, para se vingarem com redobradas medidas. Haverá Povo para os travar, depois?

Ou comportar-se-ão como um peixe morto?


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2017-06-30

E em Portugal, a trama adensa-se...



Passados os 15 dias de "precaução" avisada, já os ratos se movem cada qual para o seu esconderijo, para o seu torreão, juntando tropas e cumplicidades de acordo com os interesses tribais por que sempre se guiaram, e iremos ver que, como de costume, a culpa morrerá solteira. Morreram 64 pessoas desta vez, muitas delas crianças, mas a isso nada se poderá acrescentar. Eles estão já mortos...
E dos vivos, que dizer? Da pronta atenção e socorro, do justo movimento material que o Estado fez para começar de imediato a providenciar casas, alimento e sossego para pessoas e animais afectados...que ainda não chegou!! O deleite mal disfarçado na tragédia pela direita revanchista, os silêncios perigosos da esquerda calculista, as cumplicidades carreiristas e de grupo --- demontração de que tudo depressa regressará ao mesmo, ao pântano que é, mais que um sintoma, uma doença portuguesa.

De propósito, veja-se a 1ª página do Jornal de Notícias de hoje:

e do DN, também de hoje:



Que dizer da parangona "...metade do país aceita corrupção autárquica..."? E, já agora, qual a percentagem do país que aceita a corrupção governamental? E a corrupção da Justiça? E a corrupção dos Juízes? E a corrupção das polícias? E a corrupção de deputados? E...

E a outra parangona, que nos remete para a ausência do Estado ATÉ PARA GUARDAR OS PAIÓIS NACIONAIS, sem vigilância electrónica ou torres COM vigias efectivos? Que pensará o País...disto?  
Pensará  o País, os portugueses, alguma coisa, de alguma coisa, verdadeiramente? Ou, simplesmente, deixam todos correr o marfim e acreditarão que a fátima resolverá? 
Em Pedrógão não houve fátima que valesse àquela gente...

E depois?

E depois??





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